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Design: porque regulamentar


Convenhamos, o design é uma profissão nova: a primeira escola de design do Brasil (ESDI) foi só fundada em 1962. São menos de 50 anos de design no nosso país, no entanto essa profissão ainda não é regulamentada, ou seja: não é própriamente reconhecida como profissão. Entenda por que isso é ruim não só para quem estuda design, mas para qualquer pessoa de qualquer área de trabalho do nosso país.

Hoje em dia qualquer pessoa pode se auto-entitular “designer“. Você gastou 4 anos de curso superior, mais dois de pós-graduação fez inúmeros estágios em todos os lugares, desde escritórios de publicidade, marketing, design até büros, gráficas de bairro e até empresas de web design pode facilmente entitular-se designer.

Mas um garoto de 16 anos que fez um curso de 6 mêses de Photoshop (nem sequer saber mecher no Corel ou InDesign!) também pode, infelizmente, entitular-se “designer” e fazer trabalhos freelances por preços ridicularmente baixos pois ele não têm um escritório, não têm funcionários a sustentar, não têm contas a pagar, não têm que preocupar-se em ficar vivo. Afinal de contas, ele mora em casa, com seus pais, está concluíndo o segundo grau e não têm muitas ambições futuras e faz seus trabalhos freelances nas horas vagas, geralmente entregando o trabalho pronto em questão de horas. Esse garoto vai cobrar R$ 50,00 para fazer uma logo a uma empresa, vai repassar essa logo em formato JPG em tamanho 500 x 375 pixels para ele, vai fazer a logo inteiramente no Photoshop e vai utilizar um tipo que ele provavelmente baixou ilegalmente da internet. Afinal de contas, R$ 50,00 é lucro pra esse garoto. É um dinheiro extra que ele vai poder usar para ir ao cinema. E o pior de tudo? Têm cliente que paga isso.

As consequências de contratar um “micreiro” (que é o termo que utilizamos a esses pseudo-designers que não têm formação em design) vou discutir em outro artigo, pois não chega ao caso aqui.

Muitos temem que a regulamentação do design aumente os preços e diminua a concorrência, mas isso não vai acontecer. O que vai acontecer é a filtragem dos que sabem o que é design dos que sabem utilizar softwares de edição de imagem para criar algo que vai contra qualquer coerência do design própriamente dito.

Design não é simplesmente ligar o computador e criar algo “bonito” no Photoshop quando um cliente pedir que faça uma logo. É necessário que o designer saiba como construir uma logo, como efetuar um briefing para descobrir o que o cliente quer, fazer pesquisas para ver como anda o mercado, ajustar a logo para que ela seja suave aos olhos, para que suas cores tenham algum significado psicológico, para que ele possa ser aplicado em qualquer lugar sem que a identidade visual da empresa se perca. É necessário fazer estudos de diferentes possibilidades de logos, é necessário saber como a logo vai ser impressa e quais problemas podem surgir caso seja utilizado determinado recurso diferente. E só depois de ter tudo isso feito é que o computador vai ser ligado e a logo criada (preferencialmente em um programa vetorial, e não Photoshop).

Não há cursinho de seis mêses que vá ensinar tudo que um curso de quatro ensina. Não existe isso. É como fazer um “curso de seis mêses para se formar médico com doutorado”. Você confiaria em um cirurgião que fez um curso de seis mêses de medicina para operar algum órgão de um ente querido? Então por que você confiaria na experiência de alguém que não é formado em design para criar uma peça de design?

Pensando nisso, o Heleno Almeida juntou uma lista de pontos positivos referentes a regulamentação do design:

1) A possibilidade de termos um teto salarial mínimo (que normalmente é estipulado por Conselhos Federais para outras profissões). Só isso já seria um gigantesco avanço no sentido de tornar a profissão respeitada por empresas de comunicação, indústrias e pelo Governo Federal;

2) Diminuição da invasão de profissionais de outras áreas no Design. O arquiteto que projeta móvel, e não casas e prédios (!). O jornalista que não escreve texto, mas é bom diagramação (!);

3) Todos trabalhariam com o mesmo custo, e caberia ao cliente escolher por portfolio qual o melhor profissional a atendê-lo (!) e qualidade seria o critério, não o preço;

4) Preço justo ao trabalho executado. Normalmente vejo muitos alunos se decepcionarem ao ingressarem no mercado de design com pseudo-profissionais de design que cobram R$50 por uma marca, quando o preço real é 50 vezes esse valor. Elaboração e adoção de tabela de preço único.

5) Maior participação do designer nas empresas no sentido da valorização profissional e da clara inserção no mercado de trabalho, com sua função definida por um conselho profissional;

6) O cliente poderia denunciar o mal profissional a entidade de classe que defenderia a ética, o trabalho e qualidade do que é oferecido em termos de Design a problemas de comunicação e produtos;

Os que são contra a regulamentação
Infelizmente, nem todos são a favor da regulamentação do design. São arquitetos, publicitários, artistas e engenheiros que dizem que suas respectivas profissões são as que deveriam ser responsáveis por materiais gráficos. Mas nenhum deles têm uma especialização tão grande nessa área como o design têm. Regulamentando nossa profissão tiraria eles do mercado que essencialmente é nosso, e muitos dessas pessoas acreditam que eles que ficariam sem emprego.

Oras, se design é design, por que arquitetura deveria ser design, ou publicidade ser design? Não há o que justifique esse comportamento deles. Eles não têm os fundamentos teóricos que nós temos! É como se um engenheiro civil quisesse entrar pro ramo da engenharia mecânica, só porque ele entende de “engenharia”. Uma casa não é a mesma coisa que um carro.

Como falei, a regulamentação do design seria do interesse de todos. Freddy Van Camp, professor da ESDI da UERJ exemplifica isso bem:

A regulamentação do desenhista industrial interessa, em primeira instância, ao poder público. É ele que necessita do design como fator de agregamento de valor a produtos ou mensagens. Sem uma regulamentação, sem um registro profissional o poder público, seja municipal, estadual ou federal, ou mesmo as empresas para-estatais não pode comprar design por meio de licitação ou concorrência pública, como preconiza a Lei Nº 8.666. Que tal o governo ter que adquirir projetos de design de micreiros, de curiosos talentosos ou de profissionais de tecnologia que tenham talento criativo e artístico.

As empresas beneficiariam em contratar designers formados, pois esses mesmos saberiam como fazer algo que vá aumentar os lucros dela, e não gerar danos como a maioria dos micreiros e pseudo-designers fazem constantemente.

A regulamentação vai beneficiar a todos. Entre em contato com seu deputado local, senador e governador e pergunte: por que o design não é regulamentado? O que você está fazendo para contribuir com a regulamentação e aumento de emprego para milhares de designers que sofrem com a incompetência dos não-formados em design que cobram preços ridículos aos quais não conseguimos competir?

Regulamentação já!

Você é a favor ou contra a regulamentação do design no Brasil? Por quê?

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Dúvidas?

23 respostas para "Design: porque regulamentar"

  1. Nina 25-08-07 ás 12:18 pm

    Bom,

    Li o texto e concordo plenamente. Porém tenho 16 anos faço curso de web design e design gráfico, faço trabalhos para fora e pretendo sim me especializar. E antes de fazer qualquer trabalho, procuro saber o que o cliente quer e fazer algo que represente a empresa.
    Por isso que eu acho que vai um pouco da pessoa, se tem mesmo talento ou se faz apenas por fazer e ganhar um dinheirinho extra.
    Estou sempre em busca de assuntos relacionados a design gráfico e acho que deveria ser regulamentado sim!!

    Bom é isso..

    até mais..

  2. MARCOS 12-09-07 ás 9:38 pm

    É CAROS AMIGOS, ESTAMOS DIANTE DE UMA SITUAÇÃO SIMILAR A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE JORNALISTA.
    ULTIMAMENTE VEMOS NO MERCADO DE TRABALHO PESSOAS QUE NÃO TEM BACHAREL EM JORNALISMO, EXERCENDO A PROFIÇÃO. É LAMENTAVEL PARA OS PROFISSIONAIS DA AREA
    JORNALISTICA TER QUE DESPUTAR COM UNHAS E DENTES O MERCADO DE TRABALHO NAS EMPRESAS DE COMUNIÇÃO. MAS FAZER O QUE SE ESTAMOS NO BRASIL, FICA MINHA IDGNAÇÃO, E ESPERAMOS QUE EM BREVE REGULAMENTARá TANTO DESIGH QUANTO JORNALISMO.

    ESTUDO 6° P DE JORNALISMO

    FACULDADE UNIRG…

  3. Raquel 07-10-07 ás 2:33 am

    Vou concordar com a Nina. Isso varia de pessoa pra pessoa. Fiz técnico em webdesign e design gráfico, trabalhei por dois anos numa empresa de publicidade e propaganda quando fui chutada simplesmente porque a empresa resolveu trabalhar com otimização de sites e mudar totalmente a roupagem.
    Indiscutivelmente um design formado é um design formado, mas oque sobra pra nós então, que estudamos todos os dias pra cada trabalho solicitado pelo cliente? um guri de 16 anos vai fazer um briefing e achar as soluções que o cliente precisa?
    acredito que isso tá muito aos extremos, tem muito profissional bom, que se empenha, que busca, cria, desenvolve e que não tem formação acadêmica. muitos até que fazem mais do que alguns formados, que depois de passar anos na faculdade descobrem que não era “isso” que queriam.

    tem muitas coisas que deveriam ser repensadas, óbvio que qualquer idiota hoje em dia faz um site em html por R$50,00 e qualquer campanha de publicidade por meros R$80,00 com todo o material que tem disponibilizado na internet. cabe ao cliente saber onde encontrar um profissional qualificado, que sabe oque está fazendo, e principalmente, que sabe que em questões como design e webdesign não existe o “não tem como fazer isso” ou “não sei fazer isso”. sem segurar e exibir um diploma embaixo do braço.

    apoio sim a regulamentarização da profissão, mas enquanto não acontece, não cabe a nós desmerecer outros profissionais.

  4. Canha 08-10-07 ás 7:58 am

    Uma coisa é estudar e saber o que está fazendo, outra é saber mexer em programas (Photoshop, Dreamweaver) e dizer que sabe o que está fazendo.
    Brincar com o Photoshop e fazer coisas lindas qualquer um faz, agora criar uma logo aplicável (por exemplo) não é qualquer curso de seis mêses do Senai que vai ensinar. Requer leitura de Munari, Wong, Pignatari, Fontoura, etc. Requer repertório (sim, este só conseguimos junto com o tempo e experiência).
    Sei que existe muito designer ruim por aí, mas se ele não ama a profissão que procure outra!
    Abraços

  5. Alan 29-10-07 ás 8:42 pm

    Concordo com Canha
    Passar 4 anos num banco acadêmico e no final ter que concorrer neste mercado de trabalho injusto e desonesto, com uma centena de micreiros, realmente é uma concorrência desleal. Por isso que sempre digo, temos que nos unir, trabalhar o que é ser design na nossa cabeça e partir pra luta pra mostrar a sociedade de um modo geral do nosso papel e o quanto somos imporatntes como profissionais gabaritados… Assim como existem maus médicos, existem maus designers… Agora, cabe a consciência de cada um… Ninguém procura um médico de má fama…
    Temos sim que lutar com unhas é dentes para a regulamentção da nosso profissão… Lutar pela ética na nossa profissão. Não merecemos passar vários anos estudando pra no final não termos perspectivas…
    Desculpem o desabafo… mais é isso.
    Abraços

  6. Fernando 27-11-07 ás 10:20 am

    Então vocês acham que pra se tornar um Designer a pessoa deve sim cursar uma faculdade e ter um ensino superior, e não cursar esses cursos de 2 anos e aprender as ferramentas. É isso ??? porque eu quero e gosto de Desginer grafico e estou para entrar na faculdade Rio Branco e fazer Editoração, mas estou em duvida se curso a faculdade ou se apenas faço cursos de 2 anos ou menos para aprender a mecher nos programas, o que vocês acham faço a faculdade ou não….

  7. Fernando 27-11-07 ás 11:10 am

    Olá. Vocês conhecem a Faculdades Integradas Rio Branco que oferece o curso de Design Editoração, é o que quero fazer vocês acham que está faculdade e este curso formam um Designer Gráfico ????

  8. Fernando 28-11-07 ás 8:54 am

    Pretendo cursar uma faculdade agora, qual será melhor gosto das duas areas de criação de sites e Design Gráfico. Qual será a melhor opção, cursar Web Designer tem a Faculdade Módulo Paulista que é muito boa em informática e tem Design (Editoração) da Faculdade Rio Branco e Desenho Industrial da Faculdade Oswaldo Cruz, o que devo fazer ??? Web Designer é uma boa, ou eu posso aprender Web Designer junto com a faculdade de Design Gráfico….
    Entre a Faculdade Integrada Rio Branco que dá o curso de Design (Editoração) e a Faculdade Oswaldo Cruz que dá o curso de Desenho Industrial Programação Visual (Design), qual devo cursar ??? Pergunto isso a vocês porque o valor de uma para outra são diferentes e quero escolher uma que de pra eu pagar financeiramente me ajudem certo muito Obrigado….. Quero também saber se essas duas faculdade formam o Profissional Design Gráfico….
    Obrigado… A todos….
    Endereço das faculdades
    Rio Branco - http://www.riobrancofac.edu.br
    Oswaldo Cruz - http://www.oswaldocruz.br

  9. Canha 28-11-07 ás 10:06 am

    Fernando,

    Acho interessante fazer um curso de design gráfico, pois não sei como são os curso de web design aí. Sugiro que vá assistir uma aula deles ou confira a grade horária. Se parecer que os cursos de design gráfico não vão nem tocar no assunto web, faça a outra. É uma decisão difícil.
    Outro ponto interessante, é que no curso de design gráfico geralmente a matéria é mais abrangente. Ou seja, se no futuro vc quiser trabalhar mais com, digamos, produção gráfica impressa, você já vai ter o conhecimento necessário. Já na área de web, não.

    Ah, e quanto a faculdade formar o profissional Designer Gráfico, vai de cada uma. A que oferecer o curso de bacharel em Design, com certeza vai te render o título de designer. Mas até onde eu saiba, apenas universidades (que é diferente de centro universitário, centro de faculdades, ou “escolas”) oferecem cursos de bacharel em design (ou desenho industrial - programação visual - que é a mesma coisa).
    Espero que vc consiga decidir o que quer fazer. Leve em conta os pontos positivos e negativos.
    Qualquer coisa, é só comentar.
    Abraços.

  10. Thiago 29-11-07 ás 9:25 am

    Marcos, estuda jornalismo?! Vc me fez perder uma bola com esse português!

  11. Canha 29-11-07 ás 12:07 pm

    IAUSHEIUHASHEHASEHIH

  12. Diana 26-01-08 ás 10:40 pm

    Gostei do esclarecimento que o texto me deu.Espero que na caminhada do curso a nível superior ,os profissionais consigam sua valorização .

  13. sarah 04-02-08 ás 11:03 am

    eu quero fazer faculdade de design de interiores, mas não sei em qual faculdade federal de MG tem… vocês poderiam me informar?

  14. Canha 04-02-08 ás 12:20 pm

    @sarah -
    http://digitalpaperweb.com.br/ezine/design/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-design#melhor_faculdade

  15. Generalizações « Democracia LTDA 23-03-08 ás 6:44 pm

    [...] Webinsider tem vários textos a favor (como esse aqui) e contra. Você pode ler diversas opiniões aqui e aqui. Mas uma coisa esses discursos a favor tendem a não conter. [...]

  16. design » Generalizações 23-03-08 ás 6:49 pm

    [...] Webinsider tem vários textos a favor (como esse aqui) e contra. Você pode ler diversas opiniões aqui e aqui. Mas uma coisa esses discursos a favor tendem a não conter. [...]

  17. Rafael 14-05-08 ás 2:35 pm

    Muito bom o artigo… o pessoal tem que aprender que design não é saber mecher no photoshop e corel e fazer uns efeitos maneiros! design é conceito, é pesquisa!

    Pesquise no google por “logomarca” e veja quantas agências “grandes e famosas” utilizam este termo incorreto no design? várias pessoas são formadas em outra área e fazem “bicos” fazendo peças gráficas, sites… etc.

    Temos que lutar pela nossa profissão, negar serviços se for preciso… se o cliente tiver um sobrinho que faz por menos, deixa fazer com ele porque mais tarde ele vai nos procurar para corrigir o serviço do sobrinho, dai agente cobra muito mais para corrigir do que se fosse para um projeto novo.

    Infelizmente em muitos lugares o designer é um peão, não tem briefing, não tem pesquisa, muito menos conceito. Apenas chega a ordem de como tem que ser feito para o peão que sabe operar nas máquinas (softwares) fazer.

    O cliente chega com a idéia, um nome bacana escolhido, uma cor que ele gosta, e quer um efeitinho bala que ele viu na net, e pede pro peão montar a logomarca da empresa dele e quer pagar R$ 30,00 chorando porque um conhecido dele que é fera no photoshop faz por R$ 25,00.

    Isso é design??? Vamos lá pessoal, se o mercado não entende o que é design, vamos mostrar a ele e valorizar nossa profissão.

  18. Rafael Vilela 18-05-08 ás 3:06 pm

    O que é design?

  19. Canha 19-05-08 ás 9:36 am

    Rafael,
    Caso você não tenha notado, logo abaixo da área onde você deixa seu comentário existe um texto escrito “Em caso de perguntas sobre design: já leu o tópico “PERGUNTAS FREQUENTES”?”.
    Sugiro que leia-o.
    Abraços,

    canha.

  20. andréa 26-05-08 ás 12:47 pm

    O artigo é muito oportuno. Esta na hora de nós, designers, nos unirmos e reivindicarmos a regulamentação da nossa profissão. E impedir a proliferação de cursos que vendem a idéia de que basta um cursinho de Photoshop e outro de Corel para fazer da pessoa um profissional de design. Estes cursos não passam para o estudante uma idéia mínima que seja de o que é conceituar um trabalho. Nós que estudamos em faculdades que nos deram uma base multidisciplinar sabemos a diferença entre um trabalho de um designer profissional e o de um operador de computador.
    Precisamos agir e fazer valer nossos direitos.
    Alguém sabe se existe algum movimento organizado para que haja a regulamentação da profissão?

  21. amanda 21-07-08 ás 8:57 pm

    Oláaa.. hoje faço tecnico de Web designer, e pretendo dar continuidade na faculda mas estou com dificuldade em achar uma faculdade que ofereça esse curso vcs podem me ajudar… entrei no site da rio branco e oswaldo cruz mas não encontrei nada…

  22. Canha 22-07-08 ás 10:55 am

    Amanda,
    Veja se isto ajuda:
    http://digitalpaperweb.com.br/ezine/design/perguntas-frequentes-sobre-design#melhor_faculdade
    Abraços

  23. Guilherme 11-08-08 ás 10:11 am

    Galera, sou a favor sim da regulamentação, porém, acredito que os problemas a serem resolvidos são outros… será mesmo que um designer competente que tem segurança do que faz, vai temer a concorrência de um garoto de 16 anos que está aprendendo a mexer no photo?… será mesmo que empresas como a Coca-cola contrataria um garoto desses para desenvolver projetos?
    enquanrto ficarmos preocupados com estas questões e atacando aqueles que ainda não conhecem a profissão, mas possivelmente no futuro quem sabe poderiam se formar e serem bons profissionais, nunca daremos um passo para a evolução do design no Brasil…
    eu trabalho numa gráfica desenvolvo alguns projetos, mas ainda não me considiro designer (estou no 2° ano design gráfico)… até porque as vezes me sinto pressionado a ter que criar coisas num curto espaço de tempo, e acabo não chegado num resultado ideal, não por culpa minha, mas sim de clientes desesperados que realmente não estão interessados em design…
    por isso eu digo, temos que primeiro mostrar a sociendade o que é design e qual a importânica dele, e depois corrermos atras de clientes que realmente estejam procurando por design… e aqueles que nem sabem ainda o que é isso deixamos para os garotos que estão aprendendo…


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